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TOP 10: JOGOS QUE EU ODIEI PLATINAR PS3, PS4 E VITA.


    O que começou para mim como uma alternativa para fazer os meus jogos originais durarem mais tempo (porque não tinha dinheiro para comprar novos) acabou virando um vício a ponto de eu deixar por um tempo de jogar muitos jogos bons, por não serem fáceis de conseguir tal feito. Sim, eu estou falando dos famosos troféus de Platinas que estão presentes nas maiorias dos jogos das Plataformas Playstation 3, 4 e Vita.
    Apesar de não servirem para nada, a sensação de recompensadora de ver um determinado jogo no seu perfil com esse ícone de troféu em cima dele ou de olhar o seu perfil e ver um número absurdo de jogos platinados faz com que você acabe ficando viciado em conseguir todos os objetivos solicitados nos troféus, por mais absurdos que sejam para conseguir platinar o jogo.
    Atualmente meu vício por Platinas está mais sob controle, porém durante meus 4 anos de jogatina nessas plataformas e com mais de 120 platinas, eu já joguei e platinei de tudo um pouco, desde novels japonesas obscuras que você consegue platinar em 15 minutos até jogos considerados quase impossíveis de serem platinados, por esse motivo resolvi fazer uma lista com os 10 jogos que eu mais odiei conseguir o troféu de platina até o presente momento e o motivo de eu ter odiado tanto platinar  esses jogos. A lista está em ordem dos menos odiados para os mais odiados.
    Então, aqui vai a lista:

10- ASSASSIN'S CREED UNITY


    Assassin's Creed Unity além de ter sido para muitos o pior Assassin's Creed da franquia também foi considerado a prova de que a franquia já estava desgastada com lançamentos atuais. Pessoalmente falando ele é um dos meus favoritos, tanto pela ambientação na Revolução Francesa quanto pela história do Assassino Arno Dorian e  da Templária Élise de Laserre, o casal mais legal e improvável de toda a franquia.
   Porém, Platinar Assassin's Creed Unity foi uma das coisas mais chatas, tediosas e frustrantes que eu me lembro de ter feito. Primeiro que eu comprei esse jogo no lançamento, quando ele ainda estava todo bugado. Por isso, várias tentativas de conseguir fazer todos os objetivos opcionais do jogo eram frustradas por bugs onde o Arno caia no limbo, ou ficava preso em algum objeto ou parede impedindo ele de fugir quando era atacado, o que acabava em dezenas de tentativas para conseguir passar uma única missão com todos os objetivos completos sem que algum bug te atrapalhasse.
    Não bastando isso, alguém teve a brilhante ideia de encher todo o mapa da França  do jogo com centenas baús que nem sequer tinham algum conteúdo relevante, fazendo você gastar mais tempo procurando e abrindo baús para ganhar um mísero troféu do que com a história em si.
   Para fechar com chave de ouro, o jogo ainda nos presenteia com troféus online em um dos piores modos online cooperativos que eu lembro de ter jogado. 
    Esse jogo só foi para a conta de Platinas porque eu sou tão fanboy da franquia que até esperei ele ser lançado para comprar o meu PS4, e, ele foi o único jogo que tive por um mês até receber o salário e ter dinheiro para comprar outro jogo.  

9- STREET FIGHTER X TEKKEN


    Apesar dos troféus dele serem mais pé no chão que Street Fighter 4, Street Fighter V ou qualquer outro jogo de luta da Capcom, Street Fighter X Tekken ainda sim consegue ser um pé no saco para platinar.
    Fazer 500 Crossarts, 100 perfects, jogar 500 partidas onlines, ativar pandora 500 vezes e fazer mais um monte de outras coisas 500/300 vezes para desbloquear um troféu é chato demais e demorado demais. Eu gastava uma tarde inteira jogando 2 players para conseguir cada um desses troféus, já que mesmo aumentando o número de rounds pelo options, ainda sim fazer esses troféus é uma tarefa demorada. E o pior de tudo é que o jogo não é nem de perto tão bom quanto Street Fighter 4 ou Tekken 6, tornando a tarefa ainda mais chata e tediosa.

8-BACK TO THE FUTURE: THE GAME


    Quando descobri que os jogos da Telltale são alguns dos jogos mais fáceis de se platinarem que existem, comecei jogar todos os jogos feitos por ela que saíram para os consoles de cabo a rabo.
    O jogos da Telltale além de serem muito bons e terem uma história tão boa e envolvente a ponto prenderem mais a atenção que muitos filmes e séries por ai, na maioria das vezes basta apenas que você complete o jogo para obter a Platina. 
    Apesar de não gostar dos filmes da franquia De volta para o futuro (por favor não me crucifiquem) resolvi dar uma chance para ele, pois, tinha pegado emprestado e era um jogo da Telltale, então é Platina seria fácil. Infelizmente eu estava muito enganado quanto a isso.  
    Além de ser o jogo mais chatinho da Telltale entre todos que joguei, na minha opinião,  mais de 80% dos 60 troféus dele são perdíveis, pois são relacionados a respostas que você dá e coisas aleatórias que você faz ou deixa de fazer no jogo, coisas que você só vai descobrir como fazer na sorte ou vendo vídeos na Internet. E o pior de tudo, perdeu algum troféu, vai ter que repetir o capítulo até a parte que precisa fazer ele, pois, ele não é como Wolf Among Us que te permite voltar a partes específicas do jogo para coletar o troféu. 
    Sério, não tem nada mais chato do que você jogar um jogo chato de uma franquia que você não gosta e ainda tendo que acompanhar em vídeo outra pessoa jogando para conseguir platinar o jogo.

7- ORC SLAYER


    Pelo valor de R$ 12,50 na Playstation Store e duas horinhas de Gameplay para pegar a Platina, então porquê não?
     Por um simples motivo, o jogo é Horrível. Só não colocaria ele no pedestal de pior jogo de PS4 feito até agora por causa do Toro (outro pedaço de lixo obscuro da PSN). 
    O jogo é tão ruim e com uma jogabilidade tão cagada que não merecia ser lançado nem como aqueles jogos gratuitos de celular. No fim das contas um jogo de duas horas demorou quase três meses para ser platinado, pois, eu não aguentava jogar mais do que 15 minutos desse jogo por semana. E para melhorar ainda tinha dois troféus perdíveis e um deles é quase no fim do jogo, o que me fez ter que jogar essa porcaria do início duas vezes para conseguir a Platina. 

6- ALBEDO: EYES FROM OUTER SPACE


    Não tem muito o que dizer desse, pois ele é algo que só quem joga consegue entender o quanto ele é ruim. Além de jogabilidade e gráficos ruins, o jogo inteiro é cheio de puzzles frustrantes e troféus perdíveis de coisas aleatórias, como carregar blocos de tijolo no seu inventário, fazendo com que você tenha que ver um vídeo para saber como platiná-lo. O lado bom é que só vai perdi uma hora da minha vida platinando essa porcaria. O lado ruim é que essa foi a uma hora mais demorada da minha vida.

5- SOUNDS SHAPES


    Apesar de ser considerado um dos jogos mais fáceis de se platinar entre os Trophy Hunters, Sounds Shapes exige uma precisão quase cirúrgica e muita sorte para passar os desafios do Death Mode, pois, você precisa coletar os itens dentro do tempo limite para se passar de fase e eles aparecem em aleatoriamente na tela, algumas vezes te favorecendo e muitas outras vezes não. Além disso os inimigos nas fase te matam com um golpe, fazendo com que você tenha que iniciar a fase desde o começo.
    Nada era mais frustrante do que faltar dez segundos para o tempo acabar e faltava dois itens para terminar a fase e esses itens aparecerem em cantos completamente opostos da tela, fazendo você perder a partida por causa disso. Ou então faltar um item para completar a fase e você morrer de besteira, tendo assim que voltar a fase inteira.
     Se eu pudesse voltar no tempo, certamente nunca teria comprado esse jogo.

4- GOOSEBUMPS: THE GAME


    Como estragar uma das séries de livros infanto juvenil de terror mais legais já feita? Fazendo um dos piores, senão o pior jogo de Point and Click feito para a nova geração. Com troféus aleatórios que vão desde jogar coisas em um portal e esperar voltar outro objeto no lugar até fazer escolhas que fazem com que você morra no jogo para conseguir o troféu, Goosebumps é outro jogo que só dá para ser platinado assistindo vídeo para saber o que tem fazer. Sinceramente até hoje não sei como tive saco para jogar mais do que vinte minutos desse jogo.

3- INJUSTICE: GODS AMONG US


    Injustice: Gods Among Us foi um dos meus jogos favoritos de luta da geração passada. Pra mim ele só perde para o Ultra Street Fighter 4 e Mortal Kombat 9. Mesmo jogando ele por horas a fio todos os dias, conseguir sua Platina foi uma das coisas que mais me deu dores de cabeça que eu lembro.
    Primeiro que tem que concluir o modo batalha, e nesse modo temos nada mais nada menos do que um modo survival onde você tem que derrotar todos os personagens do jogo com uma única barra de vida, seguido de outro modo onde precisa terminar o jogo na dificuldade máxima, e, não é exagero nenhum dizer que a dificuldade máxima de Injustice é a mais difícil dos jogos de luta, pois, além dela prever a maioria dos seus golpes, a máquina te comba como jogadores profissionais, não te dando praticamente espaço para reagir quando ela conseguir te pegar.
   Para piorar ainda mais, tem o modo S.T.A.R labs mission que são dez missões com cada personagem do jogo que vão desde a derrotar o Batman com o Superman enquanto caem kryptonitas do céu até desviar de mísseis enquanto luta com a máquina. O pior disso é que é necessário cumprir todos os duzentos e quarenta desafios com três estrelas, que é quando você cumpre todos os objetivos pedidos na missão.E, muitas vezes cumprir ou não esses objetivos depende da boa vontade da máquina. Um exemplo é terminar a missão sem que o Batman te acerte um Batarang. Muitas vezes você vai se pegar a um golpe de derrotar o Batman e bam! ele te acerta um Batarang, fazendo com que você tenha começar tudo de novo.
    Além disso é preciso fazer todos os poderes de todos os personagens e upar seu perfil até o nível 100, que fazendo no macete de utilizar dois controles e deixar personagem interagindo com algum objeto ainda sim vai gastar treze horas da sua vida upando. Na boa, não sei onde eu estava com a cabeça quando platinei este jogo.

2- ADVENTURE TIME: FINN AND JAKE INVESTIGATIONS


    Outro Point and Click ruim, só que desta vez é baseado em um dos melhores desenhos da atualidade. Jogo além de monótomo é chato e demorado demais. Nem mesmo os momentos de luta do jogo conseguem animar, e os objetivos para terminar as fases são tão absurdos que eu duvido que alguma criança ou adulto teria saco para terminar ele sem ver vídeo na internet. E o pior de tudo é que ele  não tem opção de seleção de fases. Ou seja, perdeu algum troféu de fase ou coletável vai ter jogar do começo ao fim novamente. 
    Mesmo assistindo o vídeo eu deixei passar um dos caracóis coletáveis, e, graças a isso tive que jogar o jogo inteiro do começo ao fim para pegar o último troféu que faltava para a Platina. Sério, é muita sacanagem ter que fazer jogar um jogo chato como esse inteiro por causa de um maldito coletável! É por causa de jogos infantis ruins como este que as crianças de hoje em dia preferem jogar GTA do que jogos mais adequados a idade deles. 

1- THE LEGEND OF KORRA


    Apenas com dois momentos do jogo ele faz com até alguém calmo e da paz como o Tio Iroh queira pegar o controle e tacar na parede. O primeiro é a quinta fase do jogo no nível Extreme onde você enfrente três robôs gigantes montada no Naga e apenas ataques é o suficiente para você morrer e ter que começar a luta com o chefe desde o começo. Sério, eu demorei mais de uma hora e meia para passar esse estágio pois, os ataques dos inimigos são muito rápidos e eles não tem um padrão certo de ataque, fazendo com que você tenha que ter reflexos apurados para conseguir desviar dos ataques deles ou muita sorte mesmo.
    Já o segundo momento é o Pro Bending, que é a o esporte que os dobradores praticam no desenho da Korra que é desbloqueado quando você termina o jogo. Meu Deus, como é difícil passar o último time. Simplesmente não existe ser habilidoso contra o último time do Pro Bending, ou você dá sorte de passar ou você dá sorte de passar. Com apenas três hits deles você cai para fora do ringue perde a partida, enquanto eles precisam de dezenas de golpes para apenas afastarem um pouco. Para ajudar seus companheiros de time controlados pela máquina mais te atrapalham do que ajudam, muitas vezes te deixando na mão no momento que você mais precisa. Eu cheguei a desistir duas vezes de platinar esse jogo por causa do Pro Bending, pois, cheguei a passar tardes inteiras nele e não conseguir derrotar o maldito time. O jeito mais fácil de derrotá-los é segurar a partida empatada até chegar no Face off, pois, é único momento que dá para derrotar a máquina sem ter que contar com a sorte. Porém conseguir segurar a partida empatada por três rounds e ainda ganhar o Face off que é o problema, e, para conseguir isso tu vai precisar de muita, muita e muita sorte mesmo.
    Também vale ressaltar que quase os coletáveis do jogo são dados de forma aleatória nos baús ou derrotando os inimigos, ou seja, você pode jogar a mesma fase dez, quinze vezes e o coletável pode não vir, fazendo com que você tenha que novamente contar com a sorte para ele vir rápido. Em suma, The Legend of Korra é uma maldita loteria. Tá se sentindo com sorte hoje? Então vai tentar platinar The Legend of Korra. 
    Para fechar com chave de ouro, o jogo ainda é bem chato, repetitivo e sem graça. Não só não faz jus ao desenho, como também é uma vergonha para uma empresa como a Platinum Games que trouxe games maravilhosos como Bayonetta, Madworld e Nier: Automata.
   Sinceramente, eu já platinei muitos jogos frustrantes, difíceis e até injustos, mas, nenhum deles chegou perto de me fazer passar tanta raiva quanto esse The Legend of Korra me fez. Quando eu finalmente platinei esse jogo, o que eu mais queria era que ele existisse em mídia física para eu poder quebrá-lo em mil pedaços e deixar o mundo livre de uma cópia a menos deste jogo. Pelo menos eles não tiveram a cara de pau de lançar esse insulto ao desenho da Korra em mídia física.
    Este foi meu Top 10 de jogos que mais odiei platinar. Você concorda com algum? Tem algum na sua lista que você odiou pra caramba platinar?

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MARVEL COLLECTOR CORPS: SUPER HEROES SHOWDOWNS FUNKO - UNBOXING E REVIEW


    Aqui vai um unboxing extra das caixas da Funko, e, depois desta eu prometo que realmente acabou os unboxings delas no blog. Como saideira, a caixa escolhida é a "Super Hero Showdowns", que também é uma das caixas que estava na minha lista de desejos da Marvel Collector Corps. 
    Então, hora de ver o que tem dentro da caixa:


    A primeira parte da caixa tem o patch do Homem de ferro contra o Ultron e o broche do Hulk e Hulk vermelho. Eu curti muito o patch do Homem de ferro encarando o Ultron, já o broche do Hulk achei bem sem gracinha.


    Logo ao abrir a caixa a primeira coisa que aparece nela é a camiseta exclusiva da caixa, uma camiseta bem lega, diga-se de passagem.


    Chega me dá uma tristeza em saber que essa camiseta ficou gigantesca em mim, pois, além de estar o meu super herói favorito nela versão Funko Pop, eu também gostei muito da estampa. Porém, como no Estados Unidos o tamanho das roupas é diferente do Brasil, o Large deles é praticamente um XG para nós aqui, fazendo essa camiseta parecer um vestido para mim.


    Em seguida, tem aquele famoso panfleto mostrando todo o conteúdo da caixa e qual será o tema da próxima caixa. Se você já leu algum unboxing dessas caixas, sabe que o outro lado vai ficar para o final.


    Antes de chegar ao conteúdo principal da caixa ainda tem dois Pint Size Heroes. Como a temática é rivais, nada mais justo do que os Pint Size serem do Capitão América e Caveira Vermelha.


    Pessoalmente falando eu gostei muito desses dois Pint Size Heroes. Eles ficaram bem bonitinhos e, olha que eu nem sequer acho legal essa linha da Funko, pois, ele é um mini Dorbz e essa não é lá uma linha da Funko que me agrada.


    O Capitão América tem uma feição de confiança bem legal. Foi uma das coisas que eu mais gostei dele, juntamente com o seu escudo clássico da época em que ele curtia dar uns socos na cara do Hitler.


    Mas, tenho que admitir que eu gostei mais do Caveira Vermelha do que do Capitão América, pois, essa cara ódio dele ficou muito fofinho.


    Agora é hora da atração principal da caixa Super Heroes Showdowns, que são os Funkos. E nessa caixa temos Demolidor e o Mercenário, dois dos maiores inimigos da Marvel na versão da batalha deles em Shadowland (Terra das Sombras), onde o Demolidor tinha supostamente matado ele (mas depois descobrimos que não matou). Sem dúvidas essa foi uma escolha mais do que especial feita pelo pessoal da Funko para quem é fã do Demolidor.


    Pessoalmente eu estava doido por esse pack por causa do mercenário, que, depois do Carnificina é o meu vilão favorito da Marvel.
    Como o Mercenário foi o motivo principal de eu ter comprado a caixa Super Heroes Showdowns, nada mais justo que começar por ele, não é?


    No geral o mercenário não tem nada demais. O que você está vendo é o que ele é. Nenhum detalhe chamativo ou coisa do tipo. A coisa mais legal dele é o Sai que ele está usando e a carta.


    Uma coisa que não curti foi a parte de trás da carta não ter uma pintura diferenciada para distinguir ao menos da luvas e parecer uma carta de baralho.


    Como disse anteriormente, não tem nada de tão especial nele mesmo. Mesmo o Mercenário não tendo nada demais está fiel ao personagem, e isso para mim já está ótimo.


     Já com o Funko Demolidor a história é outra. O Funko Pop dele utilizando o uniforme preto que começou a ser usado em Shadowland e que acabou virando o seu uniforme regular está espetacular.  


   O Demolidor vem com uma base de acrílico presa nele que não pode ser removida, ou seja, quebrou já era, pois, não dá para substituir por outra base de outro boneco, como acontece com bases de personagens femininas. 
    Eu jurava que o boneco não ficaria de pé fácil e acabaria pendendo para frente, mas, para a minha surpresa isso não acontece.


    Apesar de também não ser muito detalhado, os poucos detalhes que ele têm acabam sendo bem chamativos, como as partes em vermelho e os olhos. Pessoalmente achei muito legal o símbolo dele em vermelho. 


     Mesmo não gostando deste visual darkness do Demolidor nos quadrinhos tenho que dar o braço a torcer quanto ao seu Pop nessa versão, pois ele ficou muito elegante e, sinceramente é de longe a melhor versão do Demolidor de todas que foram lançadas pela Funko na minha opinião.


    Eu gostei pra caramba deste pack da Funko, tanto pelo Mercenário quanto pelo demolidor que ficaram bem legais. Apesar de gostar mais do Mercenário não tem como dizer que ele ficou melhor que o Demolidor, pois, o Demônio de Hell's Kitchen ficou impecável nesse uniforme em versão Funko. Enquanto a falhas de pinturas, nenhum deles veio com algum defeito gritante. Apenas a mira na cabeça do Mercenário veio com uma pequena falha de pintura, mas nada tão perceptível assim.
    Foi bem legal a Funko ter feito esse pack inspirado em Shadowland, pois foi um dos arcos mais legais dos últimos anos do Demolidor.


   Como é de costume nas caixas da Marvel Collector Corps, temos um quadrinho com uma capa exclusiva, no caso temos Inumanos vs X-men número 01 com a capa do Wolverine contra o Dentes de Sabre, ambos em versões Funko.
    Fiquei surpreso por ela ser uma edição grande, já que, todos os quadrinhos que vem na caixa são de no máximo 35 páginas. Já esse quadrinho tem pelo menos umas oitenta páginas.


    Mais surpreso que um quadrinho com muitas páginas dentro de uma caixa da MCC, foi só mesmo ver essa propaganda de cartões de crédito de Super heróis da Marvel dentro da revista.


    Por fim a parte de trás do panfleto dos Guardiões da Galáxia 2 que mostra o conteúdo da caixa e o design dos bonecos que estão na caixa.


    A caixa Super Hero Showdowns ainda não é melhor que a caixa dos X-men, mas com certeza foi a segunda melhor caixa da Marvel Collector Corps que eu fiz unboxing e também no geral. Gostei de todos os itens, até mesmo dos Pint Size Heroes que é algo que eu acho bem sem graça me agradou.
    Para fãs de Marvel, especialmente do fãs do Demolidor que colecionam Funko Pops, certamente essa caixa é essencial para a sua coleção, vale muito a pena tê-la na coleção.
   Caso você tenha interesse em conferir todas as outras caixas que foram feito Unboxing, deixo os links de todos os Unboxings de caixas da Gamestop, Disney, Marvel, DC e Star Wars.









    Obrigado pela visita.

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RESIDENT EVIL 7: NOT A HERO - ANÁLISE



Sim, ele é o Chris Redfield!

    Após muitas trocas de datas, finalmente a Capcom liberou a DLC gratuita que todos que jogaram Resident Evil 7 estavam ansiosos para conferir, a campanha do Chris Redfield intitulada de "Not a Hero"
    A campanha se passa logo após ao final de Resident Evil 7 quando Ethan e Mia são resgatados por uma equipe da nova Umbrella comandada pelo Chris Redfield. Após resgatar Ethan e Mia, Chris Redfield fica encarregado de encontrar e prender o Lucas Baker, que está trabalhando para uma nova empresa de armas biológicas chamada the Connections.
    Um dos motivos pela hype gerada por essa DLC é o fato do Chris Redfield estar trabalhando para a Umbrella, empresa da qual ele dedicou praticamente todo o seu tempo a destruí-la e também pelo fato da mudança radical em sua aparência e voz em Resident Evil 7, fazendo muitos se questionassem se esse personagem realmente era o Chris Redfield, ou alguém se passando por ele.


    A primeira coisa que posso dizer sobre Not a Hero é que esse personagem é realmente Chris Redfield, como haviam dito muito tempo antes do jogo ser lançado. O que aconteceu com seu visual foi devido aos gráficos do RE Engine que fez uso de um homem real como modelo para criação deste Chris, deixando ele com uma aparência mais realista e logo, completamente diferente do Chris Redfield que conhecemos.
    Apesar da sua mudança de visual, sua personalidade continua a mesma do Chris Redfield que todos conhecemos, no decorrer do jogo você vai perceber que a personalidade, o jeito de agir e falar ainda remetem ao velho Chris, tanto é que no decorrer do jogo podemos ver que ele não está confortável em trabalhar para a Umbrella como quando pedem para que ele traga o Lucas vivo e ele questiona perguntando se querem ele vivo para poder recrutá-lo para fazer novas armas biológicas.
      Falando no geral sua mudança de Chris foi apenas fisicamente mesmo e, eu pessoalmente falando eu gostei deste novo visual que deram para ele. A única coisa que realmente me incomodou na sua mudança brusca foi sua voz. Acho que isso era a única coisa que a Capcom não deveria ter mudado no Chris, pois, após vários anos ouvindo Roger Craig Smith na voz de Chris Redfield, fica estranho ouvir outra pessoa dublando o personagem.
    A nova Umbrella para qual o Chris Redfield está trabalhando juntamente com a BSAA é a Umbrella antiga reestruturada após a morte de Wesker, que agora trabalha combatendo o bioterrorismo, assim como a BSAA, só que, sem afiliações intergovernamentais como acontece com a BSAA, ou seja, ela continua como uma empresa privada que contrata mercenários para fazer o trabalho sujo, mas desta vez o trabalho é combater o bioterrorismo.


    Logo nos primeiros minutos de jogo com o Chris, vemos que o gameplay dele é bem diferente do gameplay do Ethan, começando pelo fato do Chris ser muito menos passivo quanto aos seus agressores, pois, ao contrário de Ethan que foi jogado nesse meio, Chris é um soldado treinado que hoje em dia deve enfrentar esse tipo de ameaças como se fosse praticamente um passeio no parque.
Chris tem a mira bem mais precisa, suas armas tiram muito mais dano e ele ainda tem a possibilidade de atacar os inimigos utilizando socos e pisando em inimigos caídos no chão, fazendo com que seja muito mais fácil jogar com ele.
    Claro que com as vantagens que o Chris possuí, logo o jogo oferece novos desafios à altura do dele. O jogo possuí muito mais inimigos amontoados na tela e alguns dos mofados não podem ser derrotados sem que o Chris use um tipo específico de bala que o impede o mofado de se regenerar, deixando você em algumas situações que só te resta correr para não morrer.
    Not a Hero também é repleto de armadilhas mortais criadas pelo Lucas, assim como na parte do celeiro na campanha do Ethan. Fora que a campanha te coloca em muitas situações difíceis em relação a enfrentar monstros, que vão desde a enfrentar vários mofados em um espaço muito limitado até a enfrentar mofados mais poderosos enquanto tem um limite de tempo na tela.


    Apesar de ser mais voltado para a ação, Not a Hero não deixa de dar aquele clima de Resident Evil clássico, com cenários apertados e claustrofóbicos, muita violência explícita e até alguns sustinhos. Infelizmente não trouxeram de volta puzzles e segredos na campanha do Chris, sendo o ponto mais alto dos segredos procurar as moedas antigas para poder comprar os esteroides, assim, deixando de lado a parte de exploração, que era uma das coisas mais legais da campanha principal.
    Isso sem contar que a campanha de Chris resolveu beber mais um pouco de Outlast, fazendo se valer de cenários completamente escuros cheios de armadilhas fazendo com que o Chris precise de um aparelho de visão noturna para poder prosseguir em alguns momentos do jogo, deixando o jogo com aquela aparência medonha e verde de Outlast.


    Falando de Outlast, eu preciso fazer uma ressalva quando a movimentação de Resident Evil 7 que não havia feito na minha análise do jogo, pois, após voltar a jogar Outlast na coletânea Outlast Trinity, percebi que a movimentação em Resident Evil 7 é um pouco ruim e o personagem se movimenta lento demais, dando a impressão que ele está muito a fim de morrer. Se isso acontecesse apenas com Ethan e Mia poderia relevar, mas com o Chris acontece a mesma coisa. E mesmo utilizando todas as injeções de esteroides disponíveis no jogo, sua movimentação continua lenta, e, isso é algo que me irritou bastante quando voltei para o Resident Evil 7 depois de ter voltado a jogar Outlast. 
    Pode até parecer injusta essa reclamação, já que Outlast é focado em fugir e se esconder, logo o personagem precisa sim ser mais ágil, mas mesmo comparado a outros FPS como Doom ou até mesmo os  Call of Dutys da vida, dá para ver o quando a movimentação do Resident Evil 7 é lenta.


    Apesar de ser bem divertida, a campanha do Chris é pouco decepcionante tanto como desfecho da história do jogo como no jogo em si. Além de bem curta a campanha do Chris não conta com desafios ou chefes memoráveis, sendo que o único desafio real do jogo é o Lucas Baker transformado no final da campanha, que, por sinal se transforma em um monstro sem nenhum motivo aparente, já que, ele não estava mais infectado pelo vírus.
    Quando digo desafio real quanto ao Lucas Baker transformado, ainda estou sendo muito bonzinho, pois, ele nem sequer representa um perigo real para os jogadores, como acontece com os outros membros da família Baker, pois, seus golpes apesar de tirarem muita vida, são extremamente previsíveis fazendo com que seja muito fácil evitá-los, e, derrotá-lo acaba sendo bem fácil, pois, como se é de praxe nos jogos atuais da Franquia, seu ponto fraco fica brilhando de vermelho quase neon, faltando apenas um aviso de "atire aqui" para completamente óbvio onde se deve atirar para derrotá-lo.


    Not a Hero consegue cumprir o seu papel de introduzir Chris nessa nova mecânica de jogos da franquia Resident Evil porém o tempo de espera do jogo aparentemente não justifica o tempo de espera e o número de adiamentos que ela sofreu. A Capcom nos fez esperar quase 10 meses para entregar um jogo com uma campanha que pode ser terminada em uma hora e que no fim das contas não serve para amarrar completamente as pontas soltas do jogo, fazendo com que Not a hero sirva apenas para introduzir o Chris e a nova Umbrella no jogo. É praticamente como se fosse um fanservice da empresa para quem reclamou de não ter nenhum dos personagens clássicos da franquia em Resident Evil 7.
    No entanto, por ser uma DLC gratuita, não vale a pena reclamar destes detalhes, pois o conteúdo veio gratuito e muito bem feito, diga-se de passagem. Ou seja, por um conteúdo gratuito, ele é aceitável e vai proporcionar divertimento de até umas três horas de jogo, caso você resolva tentar terminar o jogo na dificuldade Profissional, que, exigirá um pouco mais do seu tempo para ser terminado. 
    Por fim, Not a hero é um ótimo chamariz para fazer com que o jogo fique em alta novamente ou para que você tire o seu jogo encostado da prateleira para mais um pouco de diversão dentro deste incrível jogo, fazendo com que talvez você até acabe voltando para a campanha principal para visitar mais uma vez a casa dos Bakers.

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MINI CO. - JOKER E HARLEY QUINN - UNBOXING E REVIEW


    Nesta quinta-feira passada dia 07 eu estive na Comic Con Experience. Minha intenção principal era comprar o Caveira Vermelha e o Kilowog da Iron Studios, porém, infelizmente, aprendi da pior maneira que chegar as seis horas da manhã no evento não vai te garantir as estátuas, acabei tendo que me contentar com estas duas figuras da Mini Co., que, são a nova aposta da Iron Studios e da Pizii Toys de entrarem nesse novo mercado de figuras que estão vendendo igual água no deserto depois do explosão da Funko, que são as figuras estilizadas.
    Desenhadas por Márcio Hum da Chiaroscuro Studios, os Mini Co. se diferem um pouco das outras figuras estilizadas que estão atualmente no mercado por terem uma pegada mais caricatural dos personagens, deixando eles com jeito daquelas caricaturas que compramos em algum estande de desenho em shoppings e eventos.
Seu pré lançamento foi feito na Comic Con Experience no valor de R$ 89,90 contando com as figuras do Batman, Arlequina e Coringa, após a Comic Con, seu lançamento oficial será feito apenas em Feveireiro de 2018 no valor de R$ 99,90. Juntamente com eles já foram anunciados os outros personagens da Liga da Justiça, que, até estavam expostos no estande da Mini Co.
    Das três figuras que tiveram um pré lançamento acabei optando em adquirir apenas o Coringa e a Arlequina, deixando o Batman para uma ocasião futura.
    Agora, vamos logo ao que interessa, vamos ver se essas figuras estilizadas da Mini Co. valeram como compra de consolação para quem tinha ido no evento atrás das das peças exclusivas do evento e não conseguiu nenhuma:


    A primeira coisa que tenho que destacar é que eu gostei do material da caixa. é daquele papelão bem duro, fazendo com que ele não amasse tão fácil caso sofra alguma queda. Outra coisa legal na caixa é o conceito dela em si. Ficou bem estilosa os desenhos dele na lateral. Só não gostei do fato do desenho do Coringa não condizer com a figura, pois no desenho da caixa temos a versão dele sem camiseta, porém o boneco é a versão dele com terno.
    Também vale ressaltar que o Márcio Hum estava no estande, e aparentemente ele é um cara super simpático e gente boa, tanto é que e ele estava assinando todas as caixas dos bonecos, tirando foto e conversando com o pessoal sem frescura e sem estrelismo, e isso é uma coisa bem legal.  Ele assinou a minha caixas da Harley e do Coringa como pode ser visto na imagem acima, e, também assinou as bases de ambos os bonecos.


Vamos começar dando uma conferida na Arlequina.


    A caixa da Arlequina conta com a figura sua figura (óbvio) o seu taco de beisebol e uma base para ela ficar de pé.


A base também foi assinada pelo Márcio Hum na Comic Con Experience.


    A parte de baixo da base tem a descrição do personagem as licenças do personagem e o clássico "Made in China" do mesmo jeito que todas as figuras da Iron, porém como ela fica mais protegida devido ao modelo da base, assim, essa parte debaixo não corre o risco de estragar se você for daquelas pessoas que gosta de arrastar os bonecos ao invés de levantá-los para mover pra outro lugar.
Eu mesmo gostei bastante deste detalhe da base.


    Ao contrário dos produtos da Iron que são feitos de Polystone, as figuras da Mini Co. são feitas de plástico, e isso fica explícito logo quando se abre a caixa, pois, o cheiro de plástico que sai da figura é muito forte. Eu mesmo nunca tinha visto um boneco com um cheiro tão forte de plástico igual os Mini Co. 
    Apesar da Figura ser de plástico, acredito eu que a cabeça seja sim feita de Polystone ou de um material bem similar, pois o material da cabeça é bem duro, pesado e tem uma textura parecida com as estátuas de Polystone da Iron que eu tenho. Mas, como não consta esse material na descrição da caixa, não posso dar certeza de que a cabeça seja realmente de Polystone.


    A figura tem cerca de doze centímetros, chegando a provavelmente uns catorze centímetros com a base. Como pode ser visto ela é só um pouquinho maior que uma versão Funko pop que geralmente tem 10 centímetros. Se tirarmos ela da base, provavelmente o Mini Co. dela deve quase que o mesmo tamanho de um Funko Pop.


    A Arlequina é muito linda. Seu rosto tem uma aparência muito delicada, o que deixou ela muito fofinha. 
   Ela também tem uma pintura metálica na sua jaqueta que lembra bastante a roupa original da Arlequina no filme do Esquadrão Suicida, e, isso também dá um belo destaque na peça.


    Outro detalhe lindo na figura são os detalhes da meia calça da Arlequina que são feitos de pano. Isso dá um charme um tanto quanto especial na figura, pois, geralmente esse tipo de material só é utilizado em figuras mais caras, e ver isso em uma figura de menos de cem reais, mostra o carinho que eles tiveram em fazer a figura.
    Abaixo mais algumas fotos da Arlequina:






    Não tem como negar, essa figura da Arlequina é muito lindinha e muito detalhada. Não tem como não achar bonitinha esse rosto lindinho dela sorrindo para você.


    Como nem tudo é perfeito na figura, está na hora de destacar algumas coisas da figura que não me agradou, e, o mais engraçado é que a maioria das coisas que eu não gostei, são relacionados a detalhes. Se por um lado ela é muito detalhada e bonita, por outro, ela carece de alguns detalhes que podem parecer bobos, mas, não tem como deixar passar desapercebido para mais puristas ou até mesmo fãs da personagem. 
    A primeira coisa que reparei na figura foram a falta de suas tatuagens, principalmente a "rotten"  que fica no lado direito do seu rosto. Eles deixaram apenas a tatuagem de coração embaixo do olho.
Suas tatuagens nas pernas também foram removidas na figura. Alguns podem até dizer que elas não iriam aparecer direito por causa da meia-calça tapando, porém, na minha opinião não justifica a falta delas na peça, principalmente da "Rotten" no rosto. 
     Também não gostei da cor do cabelo dela, achei ele muito esbranquiçado, até parece que o cabelo dela está seboso. Eu pessoalmente achei muito feio esse detalhe.
    A sua camiseta "Daddy's Lil Monsters" que virou moda entre as mulheres de todas as idades depois que o filme foi lançado também carece de alguns detalhes, como furos na camiseta e a parte vermelha da figura está apenas na gola, sendo que na original a parte pintada de vermelho da camiseta ocupa bem mais espaço na camiseta do que apenas na gola. 
     Por fim, também não gostei do corpo dela estar muito branco. Apesar dela usar sim maquiagem branca no filme é muito pouco aparente, chegando a quase ser invisível em alguns momentos. Já na figura, o seu rosto e corpo estão completamente brancos, fugindo um pouco do visual dela no filme.
Pode até parecer besteira ou detalhes mínimos, porém, eu penso assim, se uma figura feita em um local sem controle de qualidade e que provavelmente tem um custo de produção muito menor igual a Funko se atentou a todos esses detalhes na construção da sua boneca da Arlequina, conseguindo deixar ela bem mais fiel a personagem em seus mínimos detalhes, então, creio que faltou um tanto de atenção do pessoal aqui nos detalhes da versão Mini Co da Arlequina.


    No geral eu amei essa figura da Arlequina. Além de muito fofinha foi bem trabalhada, e, mesmo com a desatenção em alguns muitos detalhes da personagem, a figura não deixa nada a desejar, sendo uma peça muito linda de se ter em uma mesa de escritório ou em uma prateleira de bonecos. Essa figura com certeza é um prato cheio para todos os fãs da Arlequinas. 


                                            Agora é a vez do Coringa da Mini Co.

    Logo de cara tenho que novamente dizer sobre o desenho da caixa na lateral não condizer com a figura em si. Não entendi o motivo de terem feito isso. Talvez tenham achado a arte dele sem camiseta mais legal e resolveram utilizar ela no produto final da figura ou não, vai saber. Mas, eu pessoalmente acho isso muito ruim, pois, se o produto não é ele sem camiseta, então não coloca o desenho do personagem sem camiseta na caixa, coloca a imagem da figura igual a que vai vir na caixa. 


    A caixa do Coringa também vem com a base, uma AK-47 dourada e a versão do coringa de terno (no caso de Smoking).


    Desta vez acabei dando a base virada para o lado errado e no fim a assinatura dele acabou ficando do e não na frente como na base da Arlequina. 


    Pessoalmente falando eu achei essa figura do coringa bem divertida e estilosa. Tanto é que eu nem pretendia levar ele, iria levar a Arlequina e o Batman, mas, quando olhei melhor o Coringa, ele acabou me chamando mais a atenção por essa feição alegre dele que me fez querer ele mais que o Batman. Apesar de odiar o Coringa do filme do Esquadrão Suicida, não pensei duas vezes em pegá-lo no lugar do Batman e se pudesse escolheria ele de novo, pois, ele está muito legal.


    Os detalhes do seu Smoking são incríveis!Até vinco nos na calça eles colocaram, deixando a figura bem impressionante. Isso sem contar a rosa branca do presa no Smoking e os detalhes do sapato que ficaram simplesmente perfeitos. Os detalhes da metralhadora também ficaram bem legais, apesar de não ser tão bem feita quanto o resto da figura, a AK-47 também não deixa a desejar.


    Eu vi pessoas falarem que acharam que o coringa tem uma cara de sapo e que isso deixou ele feio. Já eu acho o contrário, apesar que sim, eu acho mesmo que ele ficou com uma cara de sapo, porém, isso que deu o charme para ele, pois ele ficou com a cara de louco típica do Coringa e ao mesmo tempo com uma cara bem divertida e isso foi o que me fez gostar bastante da figura, pois, como já escrevi em outras postagens, adoro figuras com expressões felizes, sorrindo ou até mesmo engraçadas, como é o caso deste Coringa.
    Abaixo mais algumas fotos dele:





   Não tenho o que reclamar da figura do Coringa, a peça está linda, o único detalhe que ficou faltando foi o risco parecendo rachado acima da sua sobrancelha, porém não é um detalhe tão chamativo assim. Simplesmente não tenho do que reclamar dele, ele está perfeitinho.


    Talvez a única coisa que tenho para reclamar dele fora o desenho da caixa não bater com a figura, é que a base possuí umas falhas de pintura nos cantos, como pode ser visto na imagem acima. Sinceramente, nada de tão grave assim.


    Em suma, eu gostei bastante deste Coringa. Sua versão caricaturial feita pelo Márcio Hum ficou muito estilosa e ao mesmo tempo muito divertida, sem descaracterizar o personagem. Figura ficou praticamente perfeitinha em todos os aspectos. De longe foi a figura que eu mais gostei das três que foram lançadas na Comic Con Experience.


    A Mini Co. mostrou que veio com produtos de peso, com ótimo design e bem trabalhadas, por um preço razoavelmente acessível e que condiz com as expectativas do produto. Sinceramente falando eu gostei bastante das duas figuras, e, acho sim que os R$ 99,90 que serão cobrados no seu lançamento oficial em Fevereiro de 2018 compensam sim no custo beneficio, principalmente se você levar em conta que outros produtos como os próprios Funkos Pops, Head Knockers da Neca ou até mesmo os de Metal da Jada que são menores e algumas vezes bem menos detalhados custam o mesmo ou até mais caro que isso em algumas lojas, acho que os Mini Co. servem sim como uma alternativa mais barata e igualmente boa tanto para quem quer uma figura bonitinha para colocar de enfeite na mesa do escritório quanto para as pessoas que gostam deste tipo de produto mais estilzado e querem começar uma coleção nova de bonecos estilizados.
  Só espero que em um futuro próximo eles consigam mais licenças para produzirem outros personagens que não sejam apenas de quadrinhos e filmes da DC ou Marvel, e entrem em outros meios, como jogos, outras franquias de filmes, desenhos, animes e seriados, pois, levando em conta os futuros lançamentos deles que serão apenas os personagens do filme da Liga da Justiça, a primeiro momento me contentarei em ficar apenas com o Coringa e a Harley na coleção mesmo.
    Para finalizar eu digo novamente que sim, vale muito a pena dar uma conferida nessas figuras da Mini Co. e, que, apesar de não ter conseguido o que queria na Comic Con Experience, que eram as figuras exclusivas da Iron, eles serviram como ótimos produtos de consolação sim e valeram cada centavo gasto e sem sombra de dúvidas ganharam espaço garantido na minha prateleira de bonecos.

    Obrigado pela visita.






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